Cerca Sensoreada

Muito utilizada para prevenir a invasão de prédios através da escalada de muros. Excelente efeito psicológico de dissuasão, alem de dificultar sobremaneira a transposição do muro ou gradil, sem que a guarita seja comunicada do evento delituoso. Há dois modelos, ou seja a cerca sensoreada...

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Muito utilizada para prevenir a invasão de prédios através da escalada de muros. Excelente efeito psicológico de dissuasão, alem de dificultar sobremaneira a transposição do muro ou gradil, sem que a guarita seja comunicada do evento delituoso. Há dois modelos, ou seja a cerca sensoreada e a cerca eletrificada.

Composta de:

» Haste de metal: têm a função de sustentar os isoladores e formar a cerca. Devem ter espaçamento pré-definido e recomenda-se que a distância entre as hastes nunca seja superior a 2,5 metros. Podem ser fornecidas em alumínio ou ferro e possuem orifícios para a fixação dos isoladores, espaçados a 17cm entre si. A fixação da haste pode ser feita por meio de parafusos ou chumbada junto à parede.

» Isoladores: Têm como objetivo servir de apoio aos fios de aço inox que compõe a cerca, mantendo-os esticados. Os isoladores são feitos de polipropileno, material que proporciona durabilidade e maior capacidade de isolação (15 mil Volts). Os isoladores devem ser presos às hastes por meio de parafusos.

» Fio (cabo) de metal (cobre ou aço): É utilizado para cercar o perímetro ao qual se deseja proteger. Fornecido em rolos de 500 metros, possui diâmetro de 0,5 mm. Também pode ser utilizado arame galvanizado no lugar do fio de aço-inox. Em entalações muito extensas, recomenda-se o uso de fio com secção superior, pois proporciona maior resistência mecânica e menor resistência elétrica.

» Central eletrificadora (usada para as cercas eletrificadas): A central de eletrificação gera os pulsos de alta tensão. Alimentam-se da energia da rede elétrica com 110 ou 220 volts que carrega uma bateria de 12 volts. Essa energia é convertida em pulsos de 8 a 10 mil volts e baixa corrente, em torno de 0,002 Amperes. Os pulsos são de curta duração e se repetem em intervalos de 60 vezes por minuto, valores integrados dentro das normas internacionais de segurança.

Em toda extensão dos fios, passa um pulso elétrico emanado pela central eletrificadora e em caso de rompimento ou fuga de corrente, a guarita é avisada (alarme) do sinistro (invasão). A voltagem é baixíssima e praticamente imperceptível.


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