A mágica do Natal

Uma senhora entrou no Shopping de Suzano, para fazer as compras de última hora para o Natal. Rapidamente dirigiu-se a uma loja de brinquedos para adquirir presentes para seus netinhos. Logo ao entrar, encontrou um menino, aparentando ter 5 anos de idade, abraçando uma boneca...

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Uma senhora entrou no Shopping de Suzano, para fazer as compras de última hora para o Natal. Rapidamente dirigiu-se a uma loja de brinquedos para adquirir presentes para seus netinhos. Logo ao entrar, encontrou um menino, aparentando ter 5 anos de idade, abraçando uma boneca caríssima. O garoto acariciava a boneca com extremo carinho, mas seu olhar estava muito triste. Repentinamente, apareceu a tia do menino e ele comentou: “Gostaria tanto de comprar esse presente para minha irmãzinha.” E a mulher respondeu com tom ríspido: “Já disse para você que meu dinheiro acabou. Pare de me perturbar com essa bobagem. Sua irmã não precisa mais de boneca.” A senhora ficou com pena do garotinho e resolveu ajudá-lo a concretizar seu desejo: “Fique tranquilo meu anjo, vou comprar essa bonequinha para você levar para sua irmã.” O garoto ficou surpreso com tanta bondade e disse: “Infelizmente, não posso entregar pessoalmente esse presente para minha irmã. Só minha mãe poderá fazer isso.” A intrigada vovó solicita um esclarecimento: “Mas onde está sua irmã?” O menino, com olhar de tristeza concluiu: “Ela está bem pertinho de Jesus. Meu pai me disse que a mamãe irá encontrar-se com ela em breve. Antes de vir ao Shopping pedi a meu pai para falar com a mãe para ela não ir embora antes de eu chegar com a boneca que minha irmã tanto deseja”. Em seguida o garoto tirou do bolso algumas fotografias que tinham sido tiradas enfrente a loja e falou com lágrimas nos olhos: “Vou deixar essas fotos com minha mãezinha para que ela nunca se esqueça de mim. Não queria que ela partisse tão cedo.” A comovida senhora, tirou da carteira uma boa quantia em dinheiro e entregou ao menino, que agradeceu: “Obrigado, eu tinha acabado de pedir a Jesus para que me desse dinheiro suficiente para comprar essa boneca para a mamãe levar para minha irmã e Ele ouviu minhas orações. Eu pedi também que o dinheiro fosse suficiente para comprar também uma rosa branca, pois queria presentear minha genitora. E não é que consegui realizar todos os meus desejos!”
A emocionada vovó resolveu ir embora e no caminho recordou-se que havia lido no Diário de Suzano, dias antes, sobre um acidente causado por um condutor alcoolizado, no qual uma menininha falecera e a mãe ficara internada em estado grave. Foi aí que a senhora percebeu que o menino pertencia aquela família. Dois dias depois, ela leu no jornal a notícia de que a mulher acidentada havia morrido. Ela não teve dúvida: resolveu ir ao funeral prestar suas homenagens. Ao aproximar-se do caixão pode observar a mãe, segurando uma rosa branca com uma das mãos e a linda boneca ao lado. No bolso do vestido, encontrava-se a foto do filho tirada enfrente a loja de brinquedos. Inúmeras lágrimas rolaram no rosto daquela senhora ao perceber a grandeza do amor daquele menino para com sua mãe e irmã.
Gostaria que o amigo leitor prestasse mais atenção no verdadeiro significado da comemoração natalina. O amor do menino para com sua mãe e irmã é idêntico ao amor de Jesus Cristo para com seus filhos, que somos nós. Na semana que vem, no dia 25, não devemos dar tanta importância aos presentes e a ceia farta e sim refletir sobre o nascimento do Senhor e lembrar que ele nasceu, viveu, morreu e ressuscitou para nos transmitir uma mensagem de fé e esperança.
Um sábio foi ao barbeiro e durante o corte falava de seu amor a Deus. O barbeiro, que era ateu, começou a ficar nervoso e bradou: “Deixa disso, Deus não existe!” O paciente cliente simplesmente perguntou: “Por que você não acredita no Senhor?”. O barbeiro parou de realizar seu trabalho e declamou: “Ora, se Deus existisse, não haveria tantos miseráveis, passando fome nas ruas dessa cidade”. O sábio achou por bem não polemizar e ficou calado. Ao final,  pagou pelo corte  e ao deixar a barbearia avistou um mendigo imundo, com longos e feios cabelos e barba suja, que alcançava o pescoço. O mestre não resistiu, deu meia volta e disse ao dono do salão: “Vou te confessar uma coisa, não acredito em barbeiros, pois se existissem, não haveria pessoas no mundo de cabelos e barbas compridas e imundas”. O barbeiro com os olhos arregalados tentou explicar: “Ora, eles estão assim porque querem. Se desejassem mudar, viriam até a mim”. E o sábio finalizou com sabedoria: “Entendeu agora, porque você não acredita em Deus?”.
Portanto, deixe a luz de Jesus Cristo, penetrar calmamente em seu coração e assim o amigo leitor  perceberá o verdadeiro significado da festa natalina. Felizes aqueles que crêem, sem terem visto. Um Feliz Natal a todos vocês.


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