SE CHUPAR, NÃO DIRIJA – FICA O ALERTA DA BLITZ DA LEI SECA.

Um motorista trafegava à noite pela cidade de Cariacica/ES, quando foi parado por policiais militares que realizavam a chamada Blitz da Lei Seca. Despreocupado, o condutor alegou que não havia ingerido bebida alcoólica nas últimas horas, por isso, não se importava em passar pelo teste do bafômetro. O...

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Um motorista trafegava à noite pela cidade de Cariacica/ES, quando foi parado por policiais militares que realizavam a chamada Blitz da Lei Seca. Despreocupado, o condutor alegou que não havia ingerido bebida alcoólica nas últimas horas, por isso, não se importava em passar pelo teste do bafômetro.

O problema começou logo após assoprar com força o “ caninho ”, pois o equipamento apontou alcoolemia igual a 0,60 mg álcool/litro de ar. Revoltadíssimo, o motorista negou veemente que tivesse ingerido cerveja ou pinga; que a possível constatação alcoólica poderia ser oriunda do desodorante íntimo de sua namorada.

O homem, de 52 anos, revelou que momentos antes da abordagem tinha saído de um motel, onde esteve com sua namorada, de 19 anos. Que ao praticar sexo oral nela, notou que usava desodorante íntimo em excesso, que poderia conter álcool em sua composição. A namorada, de nome Bruna, estudante de Pedagogia, confirmou o uso do higienizador íntimo e mostrou-se revoltada com os policiais, alegou até discriminação.

A passageira teria dito o seguinte aos militares:

“ Acho que vocês gostam de mulher fedida. Com tanto bandido na rua, ficam querendo prejudicar quem se cuida e é cheirosinha. Preconceito puro ”.

O policial que conduziu as partes à delegacia teria feito o seguinte comentário:

“ A forma como o álcool é ingerido não faz diferença para o Código Nacional de Trânsito. Fica o alerta para moças que fazem uso de produtos como esse. Além de tirar o sabor natural, ainda podem prejudicar criminalmente seus namorados ”.

Fiquei sabendo do seguinte teste realizado por policiais rodoviários: três voluntários passaram pelo teste do bafômetro, sendo que antes o primeiro ingeriu dois copos de cerveja, o segundo comeu bombom com licor e o terceiro fez bochecho com um remédio homeopático que continha álcool. Logo em seguida, os três assopraram o canudinho.

O resultado do teste surpreendeu a todos: o primeiro apresentou 0,48 mg de álcool por litro de ar; o segundo apontou 0,42 mg de álcool por litro de ar e o último atestou 1,33 mg de álcool por litro de ar. Com os resultados apresentados, todos seriam multados e teriam habilitação suspensa.

Portando, se for dirigir, muito cuidado com o que vai beber, comer ou até lamber!

JORGE LORDELLO


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