Hotéis e bagagens, nem tudo é festa. Portanto previna-se!

Na maioria dos hotéis, a diária começa a partir do meio-dia e, se chegar muito cedo, seu quarto pode não estar pronto. Neste caso, peça para guardar as malas, verifique a que horas o quarto estará disponível e saia para caminhar e conhecer melhor a...

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Na maioria dos hotéis, a diária começa a partir do meio-dia e, se chegar muito cedo, seu quarto pode não estar pronto. Neste caso, peça para guardar as malas, verifique a que horas o quarto estará disponível e saia para caminhar e conhecer melhor a vizinhança.
Informe-se sobre o sistema de cofre do hotel, pois vale à pena deixar objetos de valor guardados em segurança. Alguns hotéis dispõem de cofres em todos os apartamentos e, outros, possuem um único cofre central.
Verifique sempre a voltagem do local onde está hospedado antes de ligar qualquer aparelho eletrônico. Caso a voltagem seja diferente, peça um transformador na recepção. Se as tomadas forem diferentes, peça também um adaptador.
Evite fazer ligações do hotel, pois as taxas cobradas são altas e, muitas vezes, até abusivas. O câmbio no hotel também pode ser desvantajoso. Procure saber a taxa antes de trocar dinheiro.

» Bagagens: saiba quando recorrer à Justiça

O passageiro poderá recorrer à Justiça se a bagagem não for encontrada ou se ele não concordar com o valor pelo qual foi ressarcido. Entretanto, a medida não vale para tentar reaver jóias ou dinheiro, que devem ser levados na bagagem de mão.
Deve-se procurar a Justiça quando já tiverem se passado mais de 30 dias da data em que foi feita a reclamação na empresa aérea. Os juízes já entendem que contrato de serviço aéreo é relação de consumo, e, desta forma, pode-se também recorrer aos órgãos de defesa do consumidor, como o Idec e o PROCON.
Se o problema envolver pequenos valores, outra saída é procurar os Juizados Especiais Cíveis. O valor reclamado não deve ultrapassar 40 salários mínimos e, se for menor do que 20 salários, não é necessário o acompanhamento de advogado.


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